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Depois da queda
quarta-feira, maio 14 2008 - 12:05
Alguém de olhos vermelhos,
Mas sem boca para falar:
Não tem palavras que afoguem a dor,
E afunda sozinho num mar de tristeza.
Não aprendeu a nadar
Nas lágrimas dos outros,
Não brincou de chorar
soletrando a dor alheia.


Agora pensa que entrou no palco errado
E sua tragédia é mais uma cena muda.
Mas foi ele que faltou aos ensaios:
Agora não tem mais falas, nem cena
E só a morte lhe acena compreensiva,
Órbitas vazias na espera do último ato.


Alguém de peito aberto,
Mas sem coração para bater.
Não tem braços, nem pernas,
Sua língua inútil na boca secou,
Nenhum rio corre de seu desejo.
Ele não sabe sorrir para os anjos,
Nem ousa mais morder os demônios.
O paraíso é uma lembrança impossível,
Ele não tem lugar para ser feliz.

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Lincoln Rolim
sábado, fevereiro 06 2010 - 10:48
Encontrei vc
Encontrei você numa xilogravura. Sol no peito, chapéu, óculos... Um matuto moderno malabarizando letras tal qual aquele outro do Sumaré que patativava na solidão da luz. Parabéns, meu querido cara pálida. Escreva sempre ! Para a sua e a nossa felicidade também.
vero
quinta-feira, novembro 19 2009 - 08:15
comentario
pues no le entendi especifiquen porque no
sinonimo o antonimo
sexta-feira, maio 15 2009 - 01:34
de q se trata esta pajina
yo estava buscando adivunansas pero me salio esta pajina
Eu
quarta-feira, setembro 10 2008 - 09:33
resposta
O Brilhos dos meus olhos, simplesmente SUMIU...
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